Eliana fala sobre a carreira em entrevista ao jornal “Diário de S. Paulo”

08/04/2016 21:27
 
 
A carreira de ELIANA foi destaque em uma entrevista especial ao jornal “O DIÁRIO DE S. PAULO” neste domingo (3).  Com uma trajetória de 27 anos no entretenimento, a comunicadora exaltou o retorno à emissora de SILVIO SANTOS e ainda contou detalhes da produção de seu programa e como deseja ser lembrada no futuro.
 
A trajetória na televisão começou com em um programa voltado ao público infantil no SBT. Anos mais tarde, em 2005, passou a fazer parte dos domingos com um formato para toda a família, na Record.  E quando surgiu o convite para voltar a integrar a equipe do SBT a sensação foi de felicidade e reconhecimento. “FOI MINHA GRANDE REALIZAÇÃO PROFISSIONAL, QUASE COMO UM RECONHECIMENTO DA PESSOA QUE UM DIA ME COLOCOU ALI e falou: ‘Poxa, você cresceu, amadureceu e agora tem a competência de estar aqui ao meu lado, dividindo esse dia tão nobre’. É brilhante”, contou.
 
DISPUTA DE AUDIÊNCIA
 
Competindo com RODRIGO FARO, Eliana garante que não existe inimizade, e que essa é uma disputa apenas profissional: “É normal, né? Acho que tem fases e ele está num excelente momento, tem uma estrada longa pela frente. Eu conheci o Rodrigo, acho que a gente tinha uns 16 anos, então tenho muito carinho por ele, e ele por mim, mas quando a gente está trabalhando, tem uma disputa saudável. Mas nunca coloquei como um troféu qualquer momento positivo, de ficar em primeiro, segundo ou terceiro lugar. Sou uma trabalhadora da televisão, o que a TV pede para que eu faça, eu vou fazer. Então, MAIS IMPORTANTE DO QUE COMEMORAR UM DIA OU OUTRO É PENSAR NO CONTEÚDO QUE A GENTE QUER PASSAR, o tempo que isso vai te dar e o que isso vai deixar de mensagem, o que isso vai construir para a sua vida, para a sua carreira. Então, para mim, não é incômodo nenhum estar em segundo, terceiro ou ficar em primeiro… Eu estou trabalhando e com muito respeito a todos os profissionais”.
O SEGREDO DO SUCESSO
 
Para manter o sucesso no cenário competitivo das tardes dominicais, a apresentadora utiliza a leveza, diversão e o olhar de mãe, uma fórmula que tem dado muito certo. “O que eu faço com o programa para família é assim, EU SEMPRE ME COLOCO NO LUGAR: ‘EU GOSTARIA QUE MINHA FAMÍLIA ESTIVESSE NO SOFÁ ASSISTINDO A ESSE PROGRAMA?’. Quando eu trabalhava com as crianças era a mesma coisa, eu ensinava a fazer brinquedo com sucata. Eu ficava preocupada em levar algo a mais, não só o entretenimento. Isso sempre fez parte da minha carreira e acho que vai perdurar por muitos e muitos anos. Tenho uma editora de livros, trabalhar com cultura é uma coisa que me enche de alegria e eu gosto de deixar uma semente, sabe? Eu sou a favor de olhar pra trás e falar: ‘Poxa, olha o que eu consegui construir!’. Encontrar pessoas que dizem que se lembram das coisas que eu ensinava… Isso é o que fica. Daqui a 10, 20 anos, quero ser lembrada como uma mulher que fez diferença aos domingos”, revelou.
 
O FORMATO AO VIVO
 
Apesar de apresentar seu programa ao vivo, ela diz que não fica de olho apenas na audiência, e que os quadros são pensados com antecedência: “Atualmente, a gente está ao vivo, a gente só grava os programas de feriado. CURIOSAMENTE, NÃO TEM MUITA DIFERENÇA SE ESTÁ GRAVADO OU AO VIVO, PORQUE A GENTE NÃO ESTENDE MUITO, se não o programa acaba ficando chato, né? Ficar estendendo muito os quadros em função dos números, eu acho que acaba espantando o público, então a gente segue uma linha artística que já é imaginada antes. A gente se reúne no camarim, eu e o diretor, e faz ali a estratégia do programa. A gente muda pouco durante o ao vivo, um intervalo, pode diminuir um pouco um quadro, aumentar um pouquinho… Acho que, acima de tudo, respeito ao público, respeito de uma maneira geral, é o mais importante”.
 
SEGURANÇA
 
Longe da imagem inocente que tinha no início, ela agora não tem mais receio de mostrar seu lado mais mulher. Perguntada se sente poderosa, ela afirmou: “ACHO QUE SOMOS TODAS PODEROSAS. A mulher tem o dom de ser polvo, fazer várias coisas e fazer bem, dar conta de ser mãe, dona de casa, sair pra trabalhar fora. Eu sou mais uma mulher entre tantas. O que nos une é essa força e a única diferença é que eu trabalho numa TV e elas provavelmente estão num escritório ou no seu lar… E vejo isso aqui no meu escritório: só tem mulher (risos). Tenho só um editor, mas ele não fica aqui todo dia. Minha produção também tem muita mulher e eu tenho um diretor (ARIEL JACOBOWITZ) que eu digo que tem alma feminina, porque ele tem mesmo, para entender os quadros femininos e tudo…”.
 
Publicado: Daquidali

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